» A Little Light. Laura Dunn, USA, Experimental, 2026, 5’48’’
» Anamolies Dans Le Paysage (Anomalies in a Landscape). Félix Caraballo, Canadá, Experimental, 2025, 7’38’’
» Ara. Rita Bolieiro, Portugal, Experimental, 2025, 9’53’’
» Feathers [Set] Adrift. Isabel Pastor e Benjamin Rossmann, Alemanha/Espanha, Videoart, 2025, 5’16”
» Halocline. Pablo Koury e Malgorzata Sus, Suécia, Documentário/Experimental, 2026, 9’42’’
» I move, Therefore I am. Michalina Szymankiewicz, Portugal, Experimental, 2026, 14’03’’
» Mata Virgem. Aline Tanaã Tavares, Brasil, Experimental, 2025, 2’20’’
Mata Virgem é um manifesto ecofeminista que tensiona as relações entre natureza, corpo e poder. Em uma poética visual densa e provocativa, a obra desmonta a ideia de “virgindade”, onde nem a mata, nem a mulher são intocadas. Ambas são corpos colonizados, explorados sob a lógica extrativista do progresso capitalista. Mata Virgem não oferece respostas, mas convoca à escuta sensível: como nos relacionamos com a vida? Que mundo estamos parindo — ou enterrando?
» Quinte West. Dan Sokolowski, Canadá, Animação/Documentário/Experimental, 2025, 2’53’’
» The Hidden Cost of Brigtness. Konstantin Bondarev, Arménia, Animação/Experimental, 2026, 4’