Combinando a ficção especulativa com a cosmogenia do povo Baniwa da Amazónia, o filme conta a história de Suely, uma mulher indígena que divide os seus dias entre um pequeno apartamento numa grande cidade brasileira e sonhos em que comunica com uma floresta. Entre danças românticas num bar suburbano, os sons pesados das máquinas numa fábrica de reciclagem e as vozes misteriosas de uma natureza impaciente, Suely liga-se a segredos sobre si mesma que a colocam no meio de mudanças radicais para o futuro do mundo como o conhecemos.
Floresta do fim do mundo é a terceira colaboração criativa entre o cineasta carioca Felipe M. Bragança e o artista visual indígena Denilson Baniwa, completando a “Trilogia das Plantas” – que inclui ainda uma vídeo-performance e uma instalação vídeo.